segunda-feira, 9 de maio de 2016

A mulher e a chuva

Dia cinza,chuvoso
belo e admirável
para aquela mulher
pue caminhava na rua
compenetrada em si mesmo.


Vestida de rubro
calçada por sapatos
confortáveis e elegantes
caminhava pelas ruas
desviando poças.


Nada que a exteriorizasse
tinha importância.
Nem a criança que ria para o moço,
nem a garota que pedalava livre.


O que valia naquele dia
eram suas reflexões
guiadas pelo doce barulho da chuva
era sua voz que falava
silenciosamente, dentro de si.

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