A mulher e a chuva
Dia cinza,chuvoso
belo e admirável
para aquela mulher
pue caminhava na rua
compenetrada em si mesmo.
Vestida de rubro
calçada por sapatos
confortáveis e elegantes
caminhava pelas ruas
desviando poças.
Nada que a exteriorizasse
tinha importância.
Nem a criança que ria para o moço,
nem a garota que pedalava livre.
O que valia naquele dia
eram suas reflexões
guiadas pelo doce barulho da chuva
era sua voz que falava
silenciosamente, dentro de si.
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